
Zidane na França, crise na Itália e o Brasil fora das quartas — o que está acontecendo no futebol mundial
Zidane assume a França, Maldini e Leonardo deixam a Itália após confusão com Pirlo, e o modelo dá probabilidade zero ao Brasil nas quartas da Copa.
O futebol mundial está em ebulição — e o Brasil ainda nem chegou nas quartas.
A França confirmou Zinedine Zidane como novo técnico da seleção. Para quem cresceu vendo o craque destruir o Brasil nas quartas da Copa de 2006, a imagem é poderosa: o homem que humilhou o Canarinho naquele dia agora comanda os Bleus rumo a 2026. A BBC relembrou a atuação magistral de Zidane naquele confronto, e o simbolismo não passa despercebido.
Do outro lado dos Alpes, a Itália vive um caos institucional. Paolo Maldini, nomeado diretor técnico da federação italiana em 11 de julho para ajudar a reconstruir a seleção após três eliminatórias consecutivas sem classificação para a Copa, pediu demissão apenas 16 dias depois. Junto com ele foi Leonardo, ex-jogador da Seleção Brasileira que havia sido contratado como seu assessor. O estopim, segundo o The Guardian, foi a queda da candidatura de Andrea Pirlo ao cargo de técnico — barrada por ligações do ex-jogador com uma empresa russa de apostas.
E o Brasil? O modelo da Golmetria dá probabilidade zero de o Canarinho chegar às quartas de final desta Copa. Zero. Com ELO de 1988 e ranking 24 no torneio, a Seleção está longe da elite que o modelo projeta — a França, por exemplo, aparece com 80,1% de chance de avançar às quartas e ELO de 2062.
O mercado também fala: as odds colocam a França com probabilidade implícita de 17,86% de título, contra 10,53% do Brasil. Distância real, não apenas simbólica.
Zidane voltou. A Itália implodiu. E o Brasil precisa urgentemente responder: quando será que a Seleção volta a assustar o mundo — em vez de ser o país que os outros querem enfrentar?