
Messi foi o alvo mais visado na Copa: relatório revela ameaças de morte com bombas e fuzil AR-15
Documento do FBI expõe ameaças com bombas e fuzil AR-15 contra Messi na Copa 2026. Ronaldo também foi alvo. Tudo era falso — mas o perigo era real.
A Copa do Mundo de 2026 foi um espetáculo dentro de campo — mas nos bastidores, a segurança vivia em estado de alerta permanente. Um relatório policial divulgado pelo FBI e pelo IPCC, e revelado pela Marca e pelo Daily Mail, mostra o tamanho das ameaças que pairaram sobre os maiores astros do torneio.
Lionel Messi foi o mais visado. Antes do terceiro jogo da Argentina na fase de grupos, contra a Jordânia, um homem ligou para o aeroporto de Dallas afirmando que invadiria o estádio com duas bombas caseiras e um fuzil AR-15 para matar o capitão argentino. Nos oitavos de final, diante do Egito, um usuário nas redes sociais escreveu que entraria na arena de Atlanta com quatro bombas no próprio corpo para explodir o camisa 10. Na mesma partida, a polícia ainda recebeu um alerta sobre três possíveis bombas escondidas em lixeiras do estádio.
Todas as ameaças se revelaram falsas após varreduras minuciosas com cães farejadores — mas o protocolo foi seguido à risca em cada uma delas.
Cristiano Ronaldo também esteve na mira. Segundo o relatório, o FBI foi acionado após um homem tentar obter detalhes sobre a rotina do capitão português dentro de um hotel em Houston. A polícia local o prendeu dois dias depois. Em Toronto, outro indivíduo tentou entrar sorrateiramente num elevador com o jogador.
O modelo da Golmetria coloca a Argentina entre as favoritas ao título, com 6,92% de chance de campeã — número que, diante de tudo isso, ganha uma dimensão diferente: Messi chegou às quartas de final sob ameaça real, e mesmo assim a albiceleste seguiu em frente.
A Copa acabou. As ameaças ficaram nos arquivos. Mas a pergunta que fica é inevitável: o que é preciso para garantir a segurança dos maiores jogadores do mundo num torneio desse tamanho?