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Gráfico de dados original da Golmetria sobre novidade de Croácia na Copa do Mundo, em estilo premium de jornalismo de dados; sem fotos reais, sem semelhança de pessoas reais e sem escudos.

Sem lateral direito e com o Azteca à espreita: a Inglaterra está pronta para o que vem pela frente?

Dois laterais direitos fora, bloco baixo do Congo e o Azteca esperando. A Inglaterra de Tuchel está pronta para ir fundo na Copa do Mundo?

A Inglaterra chega às oitavas de final da Copa do Mundo com um problema na direita, um adversário que não quer facilitar e um estádio lendário esperando logo adiante — se passar.

Jarell Quansah e Reece James estão fora do duelo contra a RD Congo em Atlanta. Quansah torceu o tornozelo na vitória sobre o Panamá; James carrega uma lesão muscular desde o empate com Gana. Tuchel pode escalar Djed Spence novamente ou recorrer ao versátil Ezri Konsa, normalmente zagueiro. "Eles estão chegando perto", disse o técnico sobre o retorno da dupla, mas a partida desta quarta-feira não vai esperá-los.

E a RD Congo não vai facilitar. O técnico Sébastien Desabre mudou completamente de estratégia para enfrentar seleções mais fortes: saiu da linha de quatro defensores, usada em quase toda a eliminatória, e adotou um esquema com cinco na defesa. Contra Portugal e Colômbia na fase de grupos, o Congo cedeu apenas dois gols no total. Gabriel Zakuani, ex-capitão da seleção congolesa, foi direto: "Há buracos na Inglaterra", disse o ex-jogador à BBC.

Tuchel, por sua vez, não foge do tema. O treinador admitiu que espera que o Congo tente "dificultar a vida" da sua equipe — e que a Inglaterra precisa estar preparada para isso.

Do outro lado da chave, o México já garantiu passagem às oitavas com uma goleada tranquila sobre o Equador por 2 a 0 no Estádio Azteca, em jogo atrasado por mau tempo. Quatro jogos, quatro vitórias, nenhum gol sofrido. Se a Inglaterra avançar, vai até a casa do México — e o Azteca, com toda a sua história e barulho, será o próximo desafio.

O modelo da Golmetria dá à Inglaterra 6,96% de chance de título — número que sobe com cada fase superada, mas que depende, antes de tudo, de não repetir o pesadelo da Islândia em 2016.

A pergunta que Atlanta vai responder hoje: a Inglaterra de Tuchel tem estrutura para ir fundo — ou vai tropeçar justamente quando o torneio começa de verdade?

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